segunda-feira, 23 de maio de 2011

Coisas da comunidade internet e seus aliados....

Redes sociais dão prejuízo milionário às empresas 
Adotar uma postura retrógrada ou se preocupar com cada centavo investido da empresa? Este é o dilema levantado pela pequisa sobre o uso de redes sociais no ambiente corporativo, feita pelo instituto uSamp com com 500 trabalhadores nos EUA.
Divulgado nesta segunda-feira pela harmon.i.e, o estudo aponta que, na maioria dos casos, o uso das ferramentas de colaboração pelos funcionários reflete na perda de produtividade na ordem de US$ 10 mil por trabalhador ao longo de um ano. Se a empresa tiver mil funcionários, por exemplo, o "rombo" chega a US$ 10 milhões.

A pesquisa indica que 60% das interrupções no trabalho se devem ao uso de e-mail, Facebook, Twitter, MSN. De acordo com a conta, 45% dos funcionários não conseguem trabalhar sequer 15 minutos sem serem interrompidos por chamadas que despontam nas janelas das rede sociais. 53% deles perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.

Apesar das rede sociais, o e-mail é a comunicação que lidera a lista das maiores distrações, com 23% do total. O Facebook vem em segundo lugar, com 9%, enquanto os programas de mensagens instantâneas ficam com 6%.




Internet é 2º canal bancário preferido no Brasil  

Os brasileiros preferem a internet na hora de acessar serviços bancários, de acordo com dados da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) divulgados pela Folha de S.Paulo.
A web responde por 23% das operações bancárias; com isso, só perde para os caixas eletrônicos, com 31%. Mas os serviços oferecidos ainda estão distantes do que seria ideal, disse ao jornal a especialista em usabilidade e arquitetura da informação da Lumens Consultoria Fabiana Yazbek.
Para a especialista, ao invés de oferecer uma infinidade de produtos "que ninguém sabe usar", as instituições deveriam se preocupar com o trivial, "que é uma visão global da conta corrente e dos investimentos, como saldo, últimas operações e agendamento de pagamentos".
Os layouts também não ajudam, ressaltou o professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Luís Cláudio Portugal: "As categorias de serviços não seguem uma hierarquia de informações e ainda existe o problema de você realizar uma longa operação e apenas ao término dela descobrir que não pode ser concluída naquele horário."

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