sexta-feira, 20 de maio de 2011

Coisas dessa semana.

Google diz que a internet substituiu o PDV

A internet tem mais poder de influência sobre os consumidores do que capacidade de gerar compras virtuais. Pelo menos é o que afirma o Google, que tem usado esses dados nas conversas com os anunciantes, segundo matéria de Gabriel Baldocchi para a Folha.com.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", sentenciou Alejandro Zuzenberg, diretor do Google na Argentina, durante conferência da companhia para a América Latina.
Acontece que 62% dos consumidores buscam informações na internet antes de adquirir determinado produto; sites de busca e redes sociais são os mais procurados nessas horas. Destes, 32% conversam ou compartilham informações sobre o produto antes de finalizar a compra.
Isso significa que a internet passou a ser o "lugar" onde as pessoas fazem a decisão final quanto a adquirir ou não alguma coisa. Antes esse era o papel dos pontos de venda, os famosos PDVs. "Esse é o ponto que trabalhamos com nossos clientes", disse o executivo.
Para Zuzenberg, as empresas devem trilhar um caminho inverso e usar a publicidade em mídias tradicionais – TV, jornais, revistas etc. - para levar o consumidor ao ambiente virtual e que isso deve ser trabalhado, também, no online. "O que encontramos é que quem mais investe em publicidade [tradicional] mais tem busca online", afirmou. "É o complemento de ambas que funciona melhor."
Ainda segundo os dados do Google, 83% dos compradores em potencial confiam nas informações adquiridas por meio da rede.





Vamos apoiar o Nosso Planeta evite excessos.

Um dos episódios mais divertidos da série Sex and the City é quando Carrie Bradshaw, personagem de Sarah Jessica Parker, descobre que gastou 40 mil dólares em sapatos e não tem uma casa para morar. Assim como Carrie, fã incondicional dos sapateiros Manolo Blahnik e Christian Louboutin, milhares de mulheres espalhadas pelo mundo são loucas por calçados.
Segundo um estudo feito pela The Co-operative Insurance, uma inglesa gasta 655 dólares por ano em sapatos, enquanto a norte-americana investe até 983 em dólares. Até aí, nenhuma grande novidade. Mas o estudo começa a ficar mais sério quando é revelado que as três mil inglesas entrevistadas confessaram que não usam mais da metade deles. Ou seja: de cada 20 pares de calçados no armário, elas mal tocam em 11 deles.

A pesquisa, de fato, surpreende, já que 52% das entrevistadas assumiram que compram novos pares para usar com uma roupa nova, 18% para ficar na moda e 10% para alimentar a obsessão. Não bastasse, 31% admite que já comprou um modelo desconfortável somente pelo design bonito.
Para proteger tanto investimento, os sapatos caros já podem fazer parte do seguro da casa. “Considerando que há poucas décadas sapatos podem ter sido considerados uma compra indulgente, agora a norma é gastar uma quantia considerável todos os anos. É fácil esquecer o valor de um item como este. Mas no caso de o pior acontecer, vale a pena ter certeza que eles estão adequadamente cobertos por seguro — particularmente para aqueles que têm sapatos caros em sua coleção “, comentou Lee Mooney, chefe da seguradora The Co-operative Insurance.
A princípio, você pode estar se perguntando: o que este assunto tem de sustentável? É justamente a comprovação da pesquisa de que as pessoas andam comprando mais do que realmente precisam, um consumo nada consciente.








Banda larga bate a marca de 40 milhões em abril
   
Os acessos em banda larga no Brasil chegaram a 40,9 milhões no mês passado, de acordo com balanço de abril da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Nos últimos 12 meses, 14,2 milhões de novos clientes passaram a ter acesso à internet rápida no País, o que representa uma evolução de 53,2%. O levantamento considera a banda larga fixa e móvel, incluindo os modems de acesso à internet e os celulares de terceira geração (3G).

A banda larga pelas redes fixas passou de 12,3 milhões de acessos, em abril de 2010, para 15,3 milhões no mês passado, o que significa um aumento de 24,7%. Na banda larga móvel o crescimento no mesmo período foi ainda superior, com 77,4% de elevação. O número de modems de acesso à internet pela rede móvel subiu de 5,2 milhões para 6,4 milhões nos últimos 12 meses e o de celulares 3G, que permitem conexão à internet rápida, passou de 9,2 milhões para 19,1 milhões.

A expansão dos serviços de banda larga nos últimos anos não se deu apenas em números absolutos, mas também na velocidade das conexões. Entre 2008 e 2010, a velocidade média dos acessos em banda larga fixa no Brasil aumentou 70%, passando de 1 megabit por segundo (Mbps) para 1,7 Mpbs, segundo estudo divulgado pela consultoria Teleco. Dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT) indicam que no mesmo período o preço dos acessos fixos caiu 64%, mais que a média mundial, que foi de 52%. Enquanto isso, a base de clientes de banda larga aumentou 195% no período, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Os números mostram ainda que 28% das conexões no Brasil estão acima de 2 Mbps e já há cidades que contam com ofertas no segmento de altíssima velocidade, acima de 100 Mbps. A ampliação da velocidade das conexões foi ainda maior na banda larga móvel, que apresentou 78% de crescimento no ano passado. A velocidade média das conexões via celular ou por modems 3G passou a ser superior a 600 quilobits por segundo (Kbps) no fim de 2010.

Escolas – A internet em alta velocidade também chega a instituições públicas de ensino por meio das prestadoras, no Programa Banda Larga nas Escolas. A meta inicial do programa assumida pelas concessionárias de telefonia fixa, de conectar 57,6 mil instituições de ensino até o fim de 2010, foi alcançada.

Para dezembro de 2011, o compromisso é de chegar a 62,7 mil escolas e já no primeiro trimestre deste ano 94% desse total foram atendidas. Ao todo, 58,7 mil escolas já estavam conectadas gratuitamente à internet através de acessos banda larga no final de março de 2011.

Domicílios –
A banda larga das prestadoras também deu um salto na penetração domiciliar na última década, chegando a 17,4 milhões de lares, segundo levantamento da Telebrasil realizado com base em dados preliminares do Censo 2010. O mesmo estudo revela que 58 milhões de pessoas já possuem internet rápida em casa.

Painel Telebrasil –
Com o objetivo de discutir os avanços ainda necessários para o setor de telecomunicações, especialmente o de banda larga, a Telebrasil promoverá nos dias 1º e 2 de junho, em Brasília, o seu 55º Painel. A edição deste ano terá como tema “Soluções Completas com Tecnologias de Informação e Comunicação em Banda Larga – Alavancas para a Inclusão Social e a Competitividade Global”.




Os 200 melhores blogs de comunicação

O site americano Brand Republic elaborou uma lista, com colaboração do Brandwatch, na qual indica os 200 melhores blogs de marketing, publicidade, mídia, RP e digital. A classificação foi realizada a partir do tráfego e de influência em redes sociais. O ranking será atualizado  mensalmente.


O site recebe sugestões de blogs de podem ser destaque na BR 200.


Veja os dez primeiros:







Twitter ganha 5,5 contas por segundo

O Twitter atingiu a marca de 300 milhões de contas registradas, o que não quer dizer que tem efetivamente o mesmo número de usuários. A informação consta no gráfico do site Twopcharts que, proporcionalmente, mostra que 5,5 contas por segundo são criadas atualmente na rede de microblog.

Os números apresentados apontam o crescimento vertiginoso na criação de contas, já que, em fereveiro, o Twitter registrava 200 milhões de perfis.

 

 



Microsoft pode comprar a Nokia este ano

Não satisfeita em comprar um dos serviços mais famosos no segmento de comunicação via VoIP, a Microsoft quer agora a maior no mercado de aparelhos móveis.
Há rumores de que a gigante de tecnologia estaria próxima de um acordo com a Nokia e que o negócio – mais de US$ 30 bilhões - seria fechado ainda este ano. A Microsoft iria incorporar a divisão móvel da Nokia, que deixaria, então, de produzir smartphones.
A informação foi divulgada pelo blogueiro russo Eldar Murtazin através do Twitter. Especializado em tecnologia, Murtazin tem fontes dentro da companhia finlandesa e foi quem adiantou que as duas empresas estavam próximas quando a Nokia decidiu colocar o Windows Phone 7 em seus smartphones.
O russo também levantou rumores acerca da morte da Ovi. Pouco tempo depois, a Nokia acabou mesmo anunciando que descontinuaria a marca, mudando os "Ovi Services" para "Nokia Services".
Compras e mais compras
No último dia 10, a Microsoft oficializou a compra da Skype por US$ 8,5 bilhões, a maior quantia já paga pela companhia em uma negociação. Isso, mais o fato de já haver uma parceria com a Nokia no valor de US$ 1 bilhão, já é motivo de desconfiança quanto à afirmação do blogueiro.
Mas, no ano passado, a Microsoft fez uma tentativa frustrada de adquirir a Yahoo!, tendo colocado US$ 40 bilhões na mesa. Ou seja, o dinheiro necessário para a operação está disponível, basta aplicá-lo.
O site Soft Sailor destaca que a situação, apesar de levantar desconfiança, já era esperada por alguns analistas desde quando Stephen Elop assumiu o cargo de CEO na Nokia, já que ele trabalhou antes na Microsoft.






Pesquisa mostra relação da TV com as redes sociais

A proximidade da internet com a televisão nos lares já começa a estimular nos brasileiros o hábito de comentar online o conteúdo dos programas exibidos na telinha. Fatos televisivos divertidos, polêmicos e inesperados ou ainda programas aguardados com grande expectativa estão motivando este comportamento nos internautas.
Hoje, a internet brasileira já soma 73,9 milhões em todo o país. Desses, 76% dos adultos afirmam que navegam na internet enquanto assistem TV e, entre eles, 54% publicam comentários na internet, 30% trocam torpedos e 67% trocam mensagens instantâneas.
Um estudo realizado pelo IBOPE Nielsen Online confirmou esse potencial que os maiores programas da TV têm para gerar grandes picos de discussão nas redes sociais, hoje acessadas por 87% dos internautas brasileiros. A análise foi obtida a partir do BuzzMetrics, ferramenta de mensuração de conteúdos em mídias sociais, ao investigar três assuntos televisivos muito discutidos na esfera social: futebol, reality shows e novela. Nos três, um mesmo fenômeno se repete: as discussões se aquecem sempre que eventos considerados importantes pelo público acontecem.
Reality shows
De dezembro de 2010 a abril deste ano, foram encontradas quase 5 milhões de mensagens que citavam o nome dos principais reality shows nacionais. Os principais picos quase sempre estão relacionados com eventos predeterminados pelos programas: eliminação, provas por liderança, abertura e encerramento dos programas.
A expectativa criada pelos meios para determinados fatos aumentam tanto a audiência televisiva quanto o volume de mensagens na web. Isso mostra o quanto as pessoas ainda se mobilizam para se informar, conhecer ou acompanhar um fato amplamente divulgado.
Novelas
No mesmo período, as mensagens que continham a palavra novela demonstram que o interesse do público pelo tema fica muito maior nos momentos finais da trama. Os maiores picos apontados pelo gráfico são referentes ao último capítulo de duas novelas - Passione e Tititi. O aumento das discussões online na reta final das teledramaturgias assemelha-se um pouco ao que ocorre com a audiência no decorrer de uma novela. O último capítulo geralmente desperta mais interesse dos telespectadores, mesmo daqueles que nem acompanham.
Futebol
As mensagens com a palavra futebol chegaram a quase 2 milhões, apontando a mesma tendência do comportamento dos internautas que comentam reality shows e novelas. O fato mais importante desse tema foi a despedida do jogador Ronaldo dos gramados, que incrementou em 27% a audiência dos programas esportivos em relação à semana anterior e aumentou exponencialmente as discussões nas redes sociais sobre um tema tão comentado pelos brasileiros.
Em estudo conduzido pelo IBOPE Nielsen Online, a pesquisa Social TV, foi possível perceber ainda que o período das 18 às 24h é o preferido por 85% dos usuários que comentam na internet sobre o programa que estão assistindo na TV.
Diante desses fatos, o IBOPE Nielsen Online constata que o futuro dos meios está na combinação entre eles. “Sem isso, será muito difícil, por exemplo, as empresas atingirem seus públicos-alvo. É preciso planejar cuidadosamente ações motivacionais que garantam engajamento e continuidade, e que o assunto não seja falado apenas durante alguns momentos e, depois, esquecido”, analisa Juliana Sawaia, gerente de inteligência de mercado do IBOPE Nielsen Online.



País gasta menos com saúde que África

Levantamento anual da Organização Mundial da Saúde com dados de todos os países mostra que em 2008 o Brasil destinou apenas 6% de seu Orçamento para a área, índice inferior à média do continente africano; população arca com maior parte dos gastos
A parcela do Orçamento do governo brasileiro destinada à saúde, 6%, é inferior à média africana (de 9,6%) e o setor no País ainda é pago em maior parte pelo cidadão. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que divulgou ontem seu relatório anual. O documento inclui um raio X completo do financiamento da saúde e escancara uma realidade: o custo médio da saúde ao bolso de um brasileiro é superior ao da média mundial.
O relatório é apresentado às vésperas da abertura da Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, que terá a presença de ministros de todas as regiões para debater, entre outras coisas, o futuro do financiamento do setor.
Dados da OMS apontam que 56% dos gastos com a saúde no Brasil vêm de poupanças e das rendas de pessoas. O número representa uma queda em relação a 2000 - naquele ano, 59% de tudo que se gastava com saúde no Brasil vinha do bolso de famílias de pacientes e de planos pagos por indivíduos.
Mesmo assim, a taxa é considerada uma das mais altas do mundo, superior ao valor que africanos, asiáticos e latino-americanos gastam em média. Em termos absolutos, o governo brasileiro destina à saúde de um cidadão um décimo do valor destinado pelos países europeus.
Das 192 nações avaliadas pela OMS, o Brasil ocupa uma posição medíocre - apenas 41 têm um índice mais preocupante que o do País. Para fazer a comparação, a OMS utiliza dados de 2008, considerados como os últimos disponíveis em todos os países para permitir uma avaliação completa.
Orçamento. Segundo a OMS, a quantidade de recursos num orçamento nacional que é destinada à saúde mostra a prioridade política do governo em relação ao tema.
Nesse ponto, o Brasil está entre os 24 países que menos destinam recursos de seu Orçamento para o setor - apenas 6%. Embora tenha representado um salto em relação a 2000 (4,1%), o nosso índice é menos da metade da média mundial, de 13,9%.
Em valores absolutos, o levantamento constata que os recursos para a saúde quase dobraram em dez anos no Brasil, somando gastos governamentais e privados. Por pessoa, a saúde no País consome o equivalente a US$ 875. Há quase dez anos antes, esse valor era de US$ 494.
Desse total, US$ 385 são arcados pelo governo, valor que equivale a um décimo do que gastam os governos da Dinamarca e da Holanda com a saúde de cada um de seus habitantes.

Fonte: www.estadao.com.br

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