IBOPE convida internautas a participarem de pesquisa
Comportamento dos usuários na web
O IBOPE Media convida novamente os internautas a contribuirem com a evolução da internet e promove o recrutamento de colaboradores para uma pesquisa sobre o comércio eletrônico no país. O objetivo da iniciativa é medir e entender o comportamento dos usuários na web, desenvolvendo assim novas métricas para a mensuração eficiente das atividades de consumo online.Para participar deste estudo exclusivo é necessário acessar o site , cadastrar-se e instalar o aplicativo IBOPE Media. Este aplicativo não interfere no desempenho do computador ou mesmo na navegabilidade na internet.
Não é necessário ser um ávido usuário de sites de comércio eletrônico para colaborar com o estudo, basta ser internauta e ter mais de 15 anos. “O Brasil conta hoje com mais de 42,8 milhões de internautas ativos e é importante que os hábitos e comportamentos de consumo da população na web sejam conhecidos com precisão. Contamos com a adesão dos usuários para desenvolver novas métricas para este mercado”, destaca Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do IBOPE Media.
Todo o processo segue rígidos padrões de segurança e a identidade e dados de todos os painelistas serão mantidos em completo sigilo. Eventuais informações confidenciais sobre pagamento ou documentação não são coletadas em nenhum momento pelo IBOPE Media.
Copa do Mundo estimula volta do outdoor em São Paulo
Copa pode dar fôlego à discussão
Os brasileiros voltaram de Cannes com 17 Leões por trabalhos em outdoor. Apesar do desempenho mais tímido em relação ao ano passado (21 Leões, sendo 3 de ouro), o país chama atenção no festival por ir tão bem no setor mesmo sem o investimento em sua maior praça: São Paulo. O luta contra a Lei Cidade Limpa (14.223/06), que desde 2007 restringe a publicidade externa na cidade, e a batalha ganhou mais força com a escolha do Brasil para sediar a próxima Copa do Mundo.
"Existe uma pressão de anunciantes querendo que a mídia volte porque os patrocinadores querem divulgar as marcas na rua", afirmou Luiz Valente, presidente da Central de Outdoor, em entrevista ao Adnews. "O Brasil inteiro terá as marcas na rua e São Paulo, não", completa. De acordo com ele, a proposta é discutir, tanto com o setor quanto com a sociedade, a representatividade da cidade frente o mercado em geral.
Luiz Rodovalho, presidente do SEPEX-SP (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo), contou que há algum tempo se trabalha num projeto a ser apresentado à prefeitura pela volta da mídia exterior. "Nós estamos visando a Copa do Mundo, a prefeitura tem de fazer alguma abertura", afirmou, acrescentando que não se pode esperar para a última hora para iniciar as discussões.
O tempo, entretanto, não está ao lado de quem defende a volta, que, segundo Valente, será difícil na gestão de Gilberto Kassab. "É algo que deve ser discutido no final de 2012, começo de 2013." Para ele, São Paulo poderia adotar um sistema parecido com o de Curitiba (PR), que baniu a publicidade externa na zona central, concentrando o mercado na periferia.
"Qual a cidade no mundo em que não existe mídia exterior?", questiona Rodovalho, "se a lei fosse boa, outras cidades do Brasil teriam aderido". Para Valente, é incongruente ver uma das maiores metrópoles do mundo sem um dos principais formatos de anúncios do país.
Mas, segundo o próprio Rodovalho, o meio outdoor cresceu 12% mesmo com São Paulo de fora; então por que a insistência na volta à cidade? A resposta também vem em porcentagem: a cidade sozinha representava 60% da mídia no país, então há um amplo espaço a ser explorado. "Existe um mix de mídias e o outdoor é complementar", diz Valente, "sem a mídia de São Paulo, muitos anunciantes passaram a ver outras praças, mas outros deixaram de anunciar".
A boa participação do Brasil em Cannes seria um estímulo para a abertura das discussões, mas os dois concordam que não chega a ser fator determinante, só coloca o meio em evidência.
"Existe uma pressão de anunciantes querendo que a mídia volte porque os patrocinadores querem divulgar as marcas na rua", afirmou Luiz Valente, presidente da Central de Outdoor, em entrevista ao Adnews. "O Brasil inteiro terá as marcas na rua e São Paulo, não", completa. De acordo com ele, a proposta é discutir, tanto com o setor quanto com a sociedade, a representatividade da cidade frente o mercado em geral.
Luiz Rodovalho, presidente do SEPEX-SP (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo), contou que há algum tempo se trabalha num projeto a ser apresentado à prefeitura pela volta da mídia exterior. "Nós estamos visando a Copa do Mundo, a prefeitura tem de fazer alguma abertura", afirmou, acrescentando que não se pode esperar para a última hora para iniciar as discussões.
O tempo, entretanto, não está ao lado de quem defende a volta, que, segundo Valente, será difícil na gestão de Gilberto Kassab. "É algo que deve ser discutido no final de 2012, começo de 2013." Para ele, São Paulo poderia adotar um sistema parecido com o de Curitiba (PR), que baniu a publicidade externa na zona central, concentrando o mercado na periferia.
"Qual a cidade no mundo em que não existe mídia exterior?", questiona Rodovalho, "se a lei fosse boa, outras cidades do Brasil teriam aderido". Para Valente, é incongruente ver uma das maiores metrópoles do mundo sem um dos principais formatos de anúncios do país.
Mas, segundo o próprio Rodovalho, o meio outdoor cresceu 12% mesmo com São Paulo de fora; então por que a insistência na volta à cidade? A resposta também vem em porcentagem: a cidade sozinha representava 60% da mídia no país, então há um amplo espaço a ser explorado. "Existe um mix de mídias e o outdoor é complementar", diz Valente, "sem a mídia de São Paulo, muitos anunciantes passaram a ver outras praças, mas outros deixaram de anunciar".
A boa participação do Brasil em Cannes seria um estímulo para a abertura das discussões, mas os dois concordam que não chega a ser fator determinante, só coloca o meio em evidência.
Google apresenta um novo Orkut
Novo modelo de rede social
Em resposta ao crescimento do Facebook dentro do universo das redes sociais, o Google lança nesta terça-feira, 28, o Google+ Project (Projeto Google+). O intuito é superar o Buzz e o Orkut, os já existentes serviços da empresa, atingidos pela concorrência no ciberespaço.
Com o slogan “Compartilhamento da vida real repensado para a web”, o site permite que os usuários criem diferentes círculos de amigos ao arrastar e soltar contatos do Gmail em um grupo específico. Ele foi projetado para o compartilhamento com determinadas pessoas, como os colegas da faculdade e amigos mais próximos. Neste caso, a ferramenta difere do Facebook, cujas informações são disponíveis para todos os amigos virtuais do usuário ou para quem está conectado à rede.
"Na vida real, temos paredes e janelas, e eu posso falar para você sei que está na sala. Mas no mundo on-line, você chegar a compartilhar com o mundo todo", disse Bradley Horowitz, vice-presidente de gerenciamento de produto do Google.
É possível também que sejam enviadas mensagens de texto em grupo, além da utlização de um chat com vídeo.
Ainda em fase experimental, o serviço é disponibilizado para um seleto grupo do Google. Na página inicial do Projeto Google+, há o seguinte comunicado: “Neste momento, estamos testando o produto com um grupo pequeno de pessoas, mas em breve o Projeto Google+ estará disponível para todos. Deixe seu e-mail conosco e avisaremos você assim que convidarmos mais pessoas para participar.”
Com o slogan “Compartilhamento da vida real repensado para a web”, o site permite que os usuários criem diferentes círculos de amigos ao arrastar e soltar contatos do Gmail em um grupo específico. Ele foi projetado para o compartilhamento com determinadas pessoas, como os colegas da faculdade e amigos mais próximos. Neste caso, a ferramenta difere do Facebook, cujas informações são disponíveis para todos os amigos virtuais do usuário ou para quem está conectado à rede.
"Na vida real, temos paredes e janelas, e eu posso falar para você sei que está na sala. Mas no mundo on-line, você chegar a compartilhar com o mundo todo", disse Bradley Horowitz, vice-presidente de gerenciamento de produto do Google.
É possível também que sejam enviadas mensagens de texto em grupo, além da utlização de um chat com vídeo.
Ainda em fase experimental, o serviço é disponibilizado para um seleto grupo do Google. Na página inicial do Projeto Google+, há o seguinte comunicado: “Neste momento, estamos testando o produto com um grupo pequeno de pessoas, mas em breve o Projeto Google+ estará disponível para todos. Deixe seu e-mail conosco e avisaremos você assim que convidarmos mais pessoas para participar.”
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